A Voz do Fogo – Alan Moore

Por trás de colina, lado onde sol desce, está céu como fogo. Subo para lá, é tudo difícil de respirar, onde grama está esfriando em pés de eu, molhando eles. Não tem grama em alto de colina. Tem só terra fazendo roda, que colina é como cabeça de homem sem-cabelo. Está parado eu, viro cara para vento, cheirar, e nem um cheiro vem, nem de muito longe. A barriga dói, no meio de eu. Ar de barriga sobe até a boca, lambida desse ar é como lambida de nada. Caroço de sangue seco fica preto em joelho e está com coceira. Coça eu, sai mais sangue ainda. Em cima de eu está muitas feras-de-céu, grandes, cinzentas. Devagar é se movimentam, que elas nem está com uma força em elas. Pode que elas querem comida, é como eu, quer o mesmo. Uma de elas está com vazio em barriga agora, cabeça de ela arranca e sai flutuando. Ela corre mais rápido para trás, quer pegar cabeça. Em baixo de céu é grama e bosque, vai até muito longe, é onde eu vejo uma outra colina.


Depois tem só árvores pequenas que crescem por onde mundo acaba. Agora olha eu para baixo, para grama em fundo da colina, vê porcos. Porcos grandes, compridos, um em trás de outro, traçando a fêmea, pelo que parece. Ver faz um osso subir dentro de eu de vontade. Eu e barriga de eu, junto, posso descer colina correndo até porcos, acertar pedra emum e fazer ele sem vida, para comer ele todo. Antes é eu juntando isso. Agora é fazendo isso. De alto de colina, terra seca, venho eu, em cima de grama fria. Desço correndo rápido. É eu chegando em porcos, é eles sem nem um tempo para virar coisa que eu não posso comer, como rato que eu umas vezes pego ele vira pedras pequenas. Rápido corre eu até porcos, eles ainda é porcos enquanto eu chego perto de eles. A vontade de eu cresce, um osso dentro balança para esse lado e para outro em corrida de eu, em baixo de barriga. Rápido corre eu, mas, oh, o pé vai da grama molhada para o alto e cai eu, oh, e de colina cai eu traseiro para baixo. Levanta rápido, para pegar porcos. Cair faz eu lento, eles podem virar, fazer mudança, porque eu está sem cheiro de nem um porco.

A barriga de eu está com medo, corre mais rápido, procura porcos quando eu é chego mais perto de eles, mas, oh. Oh, uma, ela é mudança, patas de ela é desaparecem. Toda fora de cara preta ela é recolhe, e é agora buraco cheio de escuridão. Corre eu mais rápido, que eles é ainda um pouco de porcos enquanto eu chego perto de eles, mas, oh, não temnem um movimento em eles, e cheira eles com podre. Eles viram mais porquinhos, quanto mais passo é eu dou. Agora eu está perto de eles. Eles é só toras de madeira branca, encostadas uma em outra. Olhos viram buracos em madeira. Pata de porco vira toco de galho. Ah. Fico eu na tora mais-baixo, ali alisando grama em baixo de colina, e faço água quente sair de cara de eu. Vontade de eu ainda está com osso dentro. Esfrego o molhado de olhos e levanta de tora para fazer eu mijar sobre ela, que ela pode juntar mais ainda para ficar não como porco. Vontade velha, agora, osso sai de ela, ela vai para baixo agora, com peles de ela. Eu é desse jeito encostado emtora, onde de marca de mijo de eu está fumaça de água cinza subindo.

Oh, muitos escuros vêm e vão, eu não está vendo o povo de eu, é rejeitado eu. Eles não quer, sozinho eu fica em velha tora, vazio em barriga de eu. Olha agora em cima de eu. Céu, é cheio de feras-de-céu, manada toda cinza é elas, que vai de fim de mundo a fim de mundo. Escuro é vem de tempos em tempos, quando posso não ver a longa forma preta de espírito, que segue o passo de eu. Sozinho está eu. O povo de eu não está com querer eu, dizem eu não procurar alimento, comer alimentos de outros. Dentro de barriga, eu é escuto a mãe de eu falando, como quando ela é viva, como eu é preguiçoso, e não é bom que ela está todo o tempo fazendo procurar comida para eu. Diz ela, o povo de nós não gosta de eu, eles ficam com eu enquanto ela é viva. Isso não fica mais nem um tempo, e o que responde eu de isso, e coisas assim. Responde eu nada, ela está bate em cabeça e pernas de eu, faz um barulho. Ah, mãe, isso não tem nem um jeito de ajudar. Eu não é com bons juntamentos em barriga, como é com os outros. Esquisito, agora. Em um tempo eu está com juntamento em eu, depois não, nem um juntamento, tudo é silêncio em eu.

Mas, em outros tempos, eu está com juntamento e vem um outro, um como ele. Depois muitos juntamentos vem em trás uns dos outros, como povo de eu andando em baixo de árvores. Eles juntamentos vêm assim muitos e assim rápidos, que não tem nada em meio de eles. Umjuntamento vira outro, como os porcos e as toras. Eu junto mãe batendo em pernas de eu, mas agora eu está juntando que eu está deitado perto de ela e tudo é bom. Trás de cabeça grande de eu está em terra, onde está esfrega em areia e poeira. Eles espetam em pele de cabeça de eu através de cabelo de bebê de eu, não mais do que tem em uma amora. Tudo em boca de eu é leite de tetinha quando cai em fios por língua de eu. E não tem nada em meio de eu que quer correr para longe, nem que está querendo um outro onde. Eu em baixo de cobertores-de-pele está, perto de mãe, quente em cheiro de ela, respiração de ela com raiz-azeda dentro. Ela grande, eu pequeno como um de eles de raça-de-Urk. Agora é outro juntamento dentro de eu, em que eu é grande. Mãe fica mais pequena agora. Nós está em baixo de árvore. Primeiro brilho é vem e eu abro os olhos e vejo mãe de eu, sentada comcostas em árvore de madeira-branca.

É pequenas partes de brilho cai ali agora em cara ela entre galhos por cima de nós, em olhos ela, e não mexe ela, nem olha de brilho. Digo eu agora, Mãe, levanta, e ela não mexe, olhos de ela cheios de pedaços de brilho. Um medo é vem em eu. Espera, Mãe, digo eu agora. Não faz esquisito com eu. Povo de nós é levanta e vai viagemcontinua. Levanta, que nós não pode ficar para trás de eles. Esfrego agora a mão de eu lá em perna ela para fazer ficar rápida. Ela está mais fria como pedras, bichinhos-de-coceira pulam de ela. Eu é digo mais alto, levanta, e agora seguro ela para puxar e bater. Não tem força em segurar de eu, ela cai. Eles pedaços de brilho é saem de olhos de ela e penduram em árvores. Cabeça de ela fica em buraco-de-chuva, cabelo boiando. Eu não junto como de ajudar ela. Pulo eu em cima ela ali, faço para colocar vontade de eu para dentro de ela, que ele faz ela não fria, e faz ela mexer.

Pernas ela está dura, uma em lado de outra, joelho em joelho. Não tem força em eu para abrir elas, vontade de eu não fica em pé. Eu deito ele macio em cabelo de barriga ela, empurro, empurro. Cabeça de ela em buraco-de-chuva mexe. Cabelo de barriga ela está frio, cheiro de ela é outro. Empurro e empurro. Um homem é vem agora, de povo de nós. Ele puxa eu para longe de ela. Ele diz eu é como cocô e faz para bater em eu, corro eu um pouco para longe, em baixo de árvores. Agora muitas pessoas é elas vêm perto de mãe de eu. Puxam elas para cima a cabeça de ela de buraco-de-chuva agora e dizem, não tem quente em ela, não tem respiração em ela, coisas assim. Agora é o Homem-juntador de nós vem ali, e perto de mãe de eu fica, com cinto de penas que faz coceira em traseiro de ele, onde ele é todos tempos coça. Diz ele, ela não está mais viva, e é trabalho que faz ela ficar desse jeito, para nós ver. Diz ele, deita ela em terra, depois viaja nós para longe. Alto fala uma mulher de boca-grossa agora que, se a mãe de eu não é mais viva, é o filho preguiçoso de ela que faz ela assim, todos tempos ela trabalhar e buscar para ele.

E tem muitos dizendo Sim, e que ela está certa e coisas assim. Mais alto diz mulher de boca-grossa agora como, se a mãe de eu é colocada em terra, não é buraco para boca-grossa cavar. Sim, é diz homem que puxa eu para longe de mãe de eu. Faz menino cavar ela para baixo de terra, que ele é trabalhar para ela um tempo. Agora Homem-juntador diz Sim, e coça em traseiro de ele. Encontra menino, ele diz. Faço eu para correr tudo. Ah, eles é homens, compridos em perna mais que eu, eu está assim assustado quanto corre em mato de urze, cai lá dentro. Para fora é eles puxam eu, todo arranhado, para arrastar até traseiro-de-pena, que fica perto de mãe. Para baixo em molhado a cabeça de ela está. Eles pedaços de brilho é arrastam devagar de árvore, atravessam grama e volta para dentro de olhos de ela. Ele coça em traseiro e dá eu machado-de-pedra de mãe, que não tem nem uma força em mão de eu para segurar. Para baixo é ele cai, e Homem-juntador é bate em cara de eu, sangue sai de nariz de eu. Agora, pega isso, diz ele, e cava buraco ela. Que espíritos de cheiro-esquisito é não vêm para ela, respiração de eles fazer nós doentes.

Que ave-podre e cão-podre não vêm. Que terra é pega o que é esperado de terra, e é junta bom de nós, que ela não é vem dura em baixo de pés de nós. Assim, Homem-juntador diz agora, e, lambendo sangue de nariz, cava eu com força em terra. Em baixo de grama é terra fria, cinza e macia quando eu posso empurrar tudo de vez. Cava eu por raiz e pedra, e cavar de eu é devagar. Eles brilhos de sol é aparecem de volta em cara de mãe, saem de maçãs de ela e devagar para longe entre gramas e flores. Levanta eu uma pedra, e em baixo de ela está muitas minhocas. Cava eu agora fundo com machado de pedra de mãe entre elas, e de elas muitas fazem ainda muitas mais. Eu sangue dedos de eu em cavar. Sangue em pedra de mãe, agora. Sangue em buraco de mãe. O povo de eu fica eles perto de buraco em um pé, depois em outro, querendo só que eles é vão para longe de aqui, que eles é continuar com a grande volta de eles, andando por onde mundo acaba, de tempo de gelo a tempo de gelo, encontrando rato-espinho, e porco e raiz de mascar. Sol passa alto em cima de nós, com feras-de-céu correndo em frente de ele, de medo que ele pode esquentar elas todas para longe, para nada, só céu. Eu cavo, e Homem-juntador vem bravo comdevagar de eu e diz, espera agora. E diz que fundo de buraco está bom, e coisas assim, mas eu está só abaixo de barriga em buraco.

Diz ele, pula para fora e joga ela para baixo. Para fora vem eu, cinza até os joelhos com terra, olho para ela. Nada, só branca. Nada, só vazia, e rápido é tudo sai de ela. Dou eu um passo, ao que um outro segue. Cinza como terra cabelo de ela. Faz de rápido isso, diz o traseiro-de-pena, vem agora, levanta ela, coisas assim. Dá eu um outro passo, e desse jeito passa ela. Inclinado, para pegar pé de ela. Ela está muito fria agora, e nem um brilho está em ela. Levanto eu pernas de mãe, toda branca em cima, e vê que em baixo de ela é escuro, porque cheio de sangue. Puxa eu, mexe ela um pouco para fora de buraco-de-chuva, arrastando cabelo como grama com água em trás de ela, e faz um pum. Com isso está nós perto de buraco, eu e mãe de eu. Joga ela para dentro, diz o traseiro-de-pena, e cobre tudo de ela. Jogo ela para dentro.

Não tem grandeza dentro de buraco para ela. Uma perna fica para cima, em cima de beirada, que eu não posso empurrar para baixo. Eu cubro ela, e cinza a mão de eu emterra. Essa terra cai em olhos de ela, em boca, em buraco de barriga. Agora a cara de ela é vai, de ela braços e tetinhas vai, e agora é ela só um pé branco para fora, em que põe eu terra em cima, e empurra macio e cinza para dedos de ela. Dou passo eu em terra, e traseiro-de-pena coloca machado de pedra de mãe perto de buraco, em outro lado de onde sobe terra perto de pé de ela. Como uma colina de bichinhos-de-mijo. Digo eu, agora ela está colocada em terra, e poder continuar nós viagem para encontrar ratoespinho, porco e raiz de mascar. Agora o povo de eu está de um outrojeito, e é com silêncio em eles. E agora para eu, velho traseiro-de-pena, ele faz um olho. E balança cabeça. Sinal de não. Sozinho fico eu perto de pé de mãe. O povo de eu não está perto agora, e muito longe está eles, embaixo de árvores e de outro lado de colina, e vão, e não mais voltam aqui. Terra cinza sobre em mãos e pés de eu é seca, dura, que eu posso coçar saindo pedaços pequenos.

Terra que eu empurro por pé de mãe é como fica dura, e pedaços solta. Eu vejo dedos de pé ela, e agora em terra que cai de eles, eu vejo uma forma como que sem dedos. Mãe. Agora outro juntamento está com eu, em que uma escuridão ele vira e eu é fico aos pés de mãe sem nem um onde para viajar. Todos os tempos está eu com mãe, e não está querendo ir para longe de ela agora. Mas dói em barriga de eu quando diz outra coisa assim. Fico eu ali tempos e não junto se ir nem se ficar por aqui. De pé eu, ando eu para longe e volto. Agora fico, agora mais ficar de pé e andar. Pulo eu em terra, e bato eu em árvores e arranco de grama. Muitas coisas é diz aos pés de mãe. Fico eu e não mexo eu, longe em escuridão é barulho de cão de rabo de fogo pegando em grama e cães em manada de outro lado de colina. Medo é eu, dor em barriga é fica maior. Faço eu um cocô perto de árvore, entre raízes, e cocô é como água. Primeiro brilho chega, e barriga vazia.

Digo eu, pé, ficar por aqui. Eu é vou para longe buscar alimento. Depois de isso, volto eu aqui com comida para nós. Agora pé está parado, como se para dizer que ela está todos os tempos escutando que isso, e nem um tempo vendo o fazer de ele. Anda eu devagar para longe de ela, e muitas árvores depois paro, olho para trás, está o pé. Levanto o braço de eu, e sinal de que tudo está bem, e continuo eu a andar. Árvores ficam mais pequenas entre elas, e urze é ficar maior. Eu segue caminho em por urze, onde olha eu para trás e não vê pé, mas posso eu encontrar ela ainda cheirando cocô de eu, e eu não é com medo. Continua andando, por árvores, urze e coisas assim. Como junto eu agora, é tempo eu é chega perto de amoras-de-sangue quando primeira chuva cai, forte como se muitas feras-de-céu todas mijam. Rápido inclino eu baixo de buraco em mato de amoras, e entro lá dentro, onde é uma caverna-de-urze. Ali fico eu seco, e muitos de elas amoras-desangue é comer. Fora de caverna de eu é chuva cai forte, mas dentro de ela está em silêncio e um pouco de brilho, e em barriga de eu tem o bom. Agora esfrego eu sangue-de-amora de queixo. Fecho olhos, lambo mão e escuto chuva.

Agora é um tempo em que nem um juntamento vem, depois de que vem esquisito. Eu não está mais em caverna-de-urze. Eu é em baixo de árvores, tudo é escuro, menos onde madeira branca fica brilhante. Como é que escuro é vem assim rápido eu não posso juntar, nem como que eu é venho para aqui. Tudo em parecer medo eu em volta, e vejo uma forma que fica de pé entre árvores. É a mãe de eu. Encosta ela com a mão em árvore e olha para eu. É aquele bom eu dou passo mais perto de ela, e vendo agora perna de ela, e uma de elas é fica com fio de sangue, sem nem uma coisa em baixo de osso-de-girar de ela. Olho eu de toco para cara de mãe. Parece de ela é brava, como é ela sem nemum gostar de eu. Onde é vai pé de eu, ela dizer. Com isso, faz eu um barulho de medo, grande e alto como lança eu alto para o céu e fora de escuro. Cai eu de volta em caverna-de-urze, onde está ainda luz. Tudo em rápido é isso, que eu não posso juntar jeito de isso. Escuto eu não a chuva, como ela vai para longe, e levanta eu e inclino embaixo de buraco, e de esse jeito sai de mato.

Todos os ondes é molhado, e muitos buraco-de-chuva é fica agora em terra. Molhado levanta cheiro de terra e grama, e cheiro de eles é bom, forte, e não é velho. Eu é não cheiro cocô de eu. Chuva, ela é molha para longe cocô de eu e agora eu não cheira ele. Cocô de eu onde está árvore. Onde está pé. Corre eu um caminho em por mato, agora outro, para que eu posso ver onde grama está pisada, e como isso que caminho por ele chego eu aqui. Agora vejo eu quando chuva é cai forte, e todos os ondes grama fica lisa, que caminho não é encontrar. Em baixo de árvores corre eu, e cheira eu nada só grama. Agora em esse caminho corro, agora aquele, por árvore e urze, e faço dizer alto para pé, e faço dizer alto para mãe. Todos lados, baixo de vala e cima de levantar com grama-de-pêlo grossa em pedras. E aqui cai eu para terra e não junto onde de eu. Não mais é eu vejo pé. Mato de amora-de-sangue é também vai, que eu não posso mais encontrar. Em esse caminho venho eu sair por ele, e ando em baixo de muitos escuros e brilhos, e todo o andar de eu é sem um onde de eles.

Ando eu em grama aberta e pequeno rio é eu pulo. Através de árvores ando eu, com peles secas de eles todas por pés de eu, e encontro uma roda de fruto-de-cabana que cresce em grama, escura emela parte de baixo como está boa para comer. Tempos é passam e agora encontro eu nem uma coisa, e segue andando eu e encontro ainda nem uma coisa, e brilho, e escuro, e brilho. Ando eu onde eu não posso ver por cima de grama, ela está assim alta, e encontro eu ave que não está mais viva. Eu está aquele vazio em barriga como para comer de ela, mas é ela toda comminhocas. Agora enjoado é sai de boca de eu, e faço eu cocô por pernas, e brilho, e escuro, e andar. Por muitos tempos-de-gelo, povo de eu diz, tem só pouco alimento para encontrar, esses tempos é difícil para nós quando anda, ficam eles mais difíceis ainda. Com tempo-de-gelo depois de tempode-gelo tem mais povo-que-fica, muitos povo-que-anda de nós fica mais pequeno, nós não é muito agora. Com um todo sozinho como eu, é uma barriga vazia e nem uma ajuda para ela. Um tempos, chego perto de povo-que-fica em andar de eu, com eles cabanas de ponta-alta de pele de fera pendurada em galho, colocada alto em colina. Cabanas não são muitas ainda como dedos em mão de eu. Cheira eu o fogo de eles, de carnes-de-fogo de eles, o que para em barriga agora eu está com querer. Sobe eu colina, e pequenos caminhos para cima vê eu um homem em alto, e vê ele eu, comenjoado e sangue em cara, e cocô em pernas de eu. Diz ele como eu parecer como traseiro-de-porco, e o que é eu quero de lá, e coisas assim. E dizer de ele é esquisito, com muitos dizeres quando eu não posso juntar.

Um outro homem, mais grande em barriga, chega agora em alto de colina, para olhar eu. Em baixo de barriga é vontade de ele toda pequena, mais como de bebê. Agora digo eu como mãe de eu não é mais viva, e como povo de eu rejeita eu de eles. Digo eu, querer de eu é só pequena comida, que eu está com uma coisa em barriga. Homens olham agora para um para o outro, e agora vontade-pequena, ele abaixa para pegar paude-jogar. Aqui está uma coisa, dizer ele, e dizer se eu gosto de isso em barriga de eu. Outro homem é pegar pedra, joga ele com força em eu. Pedra bate em perna de eu, ponta de ela rasga pele a baixo de joelho de eu, onde tem sangue. Faz eu um barulho e é cai em terra, grande dor em perna de eu. Homem pega ele outra pedra, e dizer vai para longe agora, traseiro-de-cocô, e dizer não quer ele cheirar mais eu por ali perto. Homem de barriga grande levanta pau de ele, para jogar em eu. Agora levanta eu, com dor em perna e faz um andar de passo esquisito para baixo de colina, como que um cão de doença. Em trás de eu, homem joga outra pedra de ele, mas bate não em eu, compedra caindo quieta em grama. Anda eu rápido como posso, e olha não para trás, e isso é tudo de isso, tempo de eu com raça-que-fica. Segue andar de eu devagar, e arrastando pé em trás de eu.

Com vir de frio é encontro eu árvore onde maçãs de tetinha crescem. Elas está ainda dura, e pouco posso eu comer de elas. Olho eu para dor de perna e vejo como sangue está seco com terra cinza e com cocô, que sangue não sai mais, e isso é bom. Deito eu perto de árvore e fecho de olhos que nada posso eu ver. Junto em nem uma coisa. Brilho vem, mais andar. Perna é agora boa para dar passo, mas com dor espetando ela. Segue andar, e assim, e agora com sol alto chego eu baixo de árvores de madeira branca em uma roda aberta, com grama toda comprida e preta, com árvores por ali. Subida de grama está uma pedra grande e velha, como está com marcas como de minhocas e bichinhos-que-arranham ali. Fecho eu olhos agora, e vem medo como eu não posso fazer respiração. O povo de eu diz como não é bom em isso, fazer de marcas. Se homem olha para elas, os juntamentos de ele é todo fica esquisito, que ele pode não juntar o que é mundo e o que é marca. Eu é escuto dizer como muitas marcas é que velhas como elas é feita por Urks e povo de essa raça emgrande tempos-de-gelo. Agora raça-de-Urks não está mais em mundo, mas muitos dizem eles povo pequeno está em baixo de montanha, fundo em cavernas eles, escondido para pegar nós a cima. Isso não é bom, olhar para marcas.

Fechar de olho, pega eu um outro caminho em por grama e pedra. Cai eu em raiz, e arranha de cara em urze, e abre não olhos, mas agora aquela pedra é vem longe em trás de eu. Fora de árvores, subindo de colina que está com fogo de sol em trás, vejo eu porcos. Desce agora correndo e porcos é vira toras, e aqui agora está eu, fico com elas, sem mais tempo para juntar. Coço eu caroço-de-sangue em joelho de eu, olha para cima para céu. Um escuro é vem enquanto eu sento todo juntamento, não posso eu ver feras-do-céu agora, mas posso eu ver olhos pequenos de elas, brilho ali em alto de escuro. Todo frio está eu, deito em trás de tora fora de vento. Fecho olhos, que escuro é chega em eu, como ele é vem em mundo. Agora está escuro, e eu está em pé perto de toras e não junto agora como é que eu chego levantar, de olho aberto. Em pouco medo eu é olho em volta, agora escuto barulho atrás de eu, como o que anda em cascas secas de árvores. Vira eu para ver, e agora medo de eu não é mais pouco. Ali está cavalo-olho-de-fogo, parada em grama, não mais com um homem em um outro de longe de eu. Ela olha para eu, com olhos de ela com mais brilho que fogo e grande como toco de árvore. Faço eu xixi em perna de eu, que é chega quente, agora frio. Perto de ela pés de cavalo-olho-de-fogo em escuro está pequenas formas mexer, e não mais bompara seguir olhando é elas como cavalo-olho-de-fogo.

Pretas é elas, sem nem um olho, onde junto eu elas é bebê de cavalo-olho-de-fogo, todas arrastam e arranham em baixo de mãe elas. Línguas de elas é longa e branca e como minhocas, e balançam elas línguas por tudo em frente de elas, para lamber e cheirar de ar. Fazem elas nem um barulho, e está eu mais com medo de elas que ela que está parada em cima de elas. Cavalo-olho-de-fogo olha para eu, forte é vai de eu para mexer, que eu está como pedra. Duro juntamento eu agora em cavalo-olho-de-fogo, juntamentos de eu pode fazer ajuda para eu. Povo de eu diz que cavalo-olho-de-fogo é eles cães grandes e de medo, de que raça eles é vivo em mundo emgrande tempo-de-gelo, que como Urks, e agora como raça-de-Urks não é mais vivo. Só eles cãesespíritos andam agora, subindo este mundo e descendo outro, e onde terra fica fina entre mundos, como um caminho cruzado e uma ponte-de-rio, cavalo-olho-de-fogo grosso é passa por ali. Eu junto, e não tem uma ajuda em todos os juntamentos de eu. Lá está, mais grande que eu, cavalo-olho-de-fogo olhando para baixo com olhos como sol, como se eu não posso não olhar. Entre grande escuro barriga de pés para frente arrastam ela bebês, todas lambem e cheiram, porém não posso eu não olhar para olhos de ela, que ficam mais grande e ainda mais brilho, como se tudo emvolta de eu está com fogo. Eles ficam com esse brilho que eu não posso olhar, fecho agora olhos, posso eu ver brilho porém através de peles de olhos. Agora é tudo fica esquisito. Eu é não mais em pé, e está eu para baixo em terra atrás de tora, brilho de cavalo-olho-de-fogo ainda vejo eu através de fechar de olhos. Agora é eu abre eles, devagar, todo com medo. Brilho é não mais de cavalo-olho-de-fogo.

Brilho é brilho de sol, que seguir escuro. Agora olho eu e vê que cavalo-olho-de-fogo não está mais aqui por perto, nem bebês de elas. Levanta agora, pernas de eu toda molhada com xixi, e passa onde eu vejo elas feras-de-céu. Inclino eu para olhar. Não tem forma-de-pé com pressão em terra, nem tem outro sinal de eles. Eu não junto o que fazer de isso. Eu é não ver caminho cruzado, nem de ponte-de-rio, porém é elas cavalo-olho-de-fogo vem para eu. Junto eu em isso, e agora barriga de eu é faz barulho para dizer eu é para seguir mais andando, encontrar comida para ela. Ando eu, e distantes caminhos viro, para olhar para trás. Vejo toras, e elas é mudam para porcos agora que eu é não mais perto de eles. Porco do alto, ele pata em ela por baixo, e parece como ele está com bons tempos. Junto eu se corre eu de volta eles é mudança, e vira toras para irritação de eu. Faço eu um cuspe, e vira, segue andando. Cima, por galho de árvore, tem sol, que segue eu. Ando eu por árvores em direção de outra colina, que eu é vejo de cima de subida de terra onde vejo eu porcos.

De muito longe, colina é parece só pequena, porém agora fica grande, em perto de elas. Terra baixo de passo de eu primeiro é levanta devagar, agora mais e mais, e longos períodos é eu subo colina por baixo de muita árvore. A respiração de eu é difícil, perna de eu é dói como fogo, e assim venho eu perto de alto de colina. Aqui, grosso de árvore é pára, e não vem mais, depois de que tem só toco de elas. Toco é assim muitos, todos lados para baixo de colina, que céu é fica mais grande onde alto de mundo é aberto. Fica eu agora em baixo aqui este toco para olhar. Eu está em alto de vale grande, que vai de aqui para onde mundo acaba. Por ali e por ali é árvores, porém mais de tocos é elas, que faz uma abertura que assusta de tudo isso. Em vale baixo é rio, com ponte longe em através de ele pode ver, que é por onde cavalo-olho-de-fogo vem para estes ondes. Entre eu e rio é outra colina, mais baixa, onde é eu olha para ela, que eu em nenhum tempo vejo. Tem uma feitura, lá na colina, mais grande que eu posso juntar. Ele é feito por toda parte, que tem rodas mais pequenas dentro, como uma minhoca seca deitada em grama. Elas rodas é muros, e perto de eles é muito buraco-de-terra cavado, mais baixo que buraco que eu cavei para mãe e umoutro jeito. Junto eu que terra para fora de eles buracos é toda empurrada para feitura de muro. Roda que está dentro de feitura mais que outras é com muita fera lá dentro, todas brancas.

Agora vento é vira, e eu está em cheiro de elas, cocô de elas, e junto que elas é só boi-de-pêlo, porém temmuito mais de elas que o povo de eu vê de tempo-de-gelo a tempo-de-gelo. Lá em meio de essa roda mais-dentro está cabana de madeira, com bois todos por perto de ela. Tempos é passam, para fora de cabana é vem um homem, todo coberto de peles, para fazer xixi, depois de que ele volta para dentro. Pode que ele é fica lá dentro de cabana para guardar de feras. Roda de muro de boi-de-pêlo é com muito buraco, para ir de dentro e de fora, e buracos é fechados com madeiras-de-parar, que feras não podem viajar. Em roda mais-fora, de outro lado de muro de bois, está porcos. Eles é todos muitos, e com aves-que-não-voam que arranham todo emvolta de pé de elas. Barriga de eu é faz barulho, e está com dor. De outro lado de muro de porcos está outra roda fica mais fora ainda, mas é com pouco onde para mexer, entre ela e roda-de-porco. Ali é pessoas andando, não muitas como as feras elas, e param para fazer dizer, uma para outra, pequenas ali em baixo de eu. Não junto eu de assim muitas pessoas que podem trabalhar uma feitura como essa. Ela é assim grande. De outro lado e em baixo de colina pequena, longe de feitura, vejo eu muitas cabanas de pontaalta em perto de rio ali. Elas é muitas como dedos de mão colocados com dedos de pé de eu, e muitas fumaças é levanta por ali. Junto eu que feitura é trabalho de povo-que-fica, que para guardar feras eles, porém é difícil juntar que trabalho grande como esse é dentro de mundo.

Não está em eu, como eles vêm trabalhar feitura de eles perto de uma ponte-de-rio, onde terra entre mundos é fina, como um bebê pode juntar é fazer nada de bom. Ah, pode é ser que eles juntam não em cavalos-olho-de-fogo e coisas como eles, porque eu é ouvir que povo-que-fica não pode juntar mais bom que bebês. O povo de eu é com muito bom dizer para eles raça-que-fica, como isso. Um diz, como é ele homem-que-fica passa por um companheiro, e outro. Ele responde, por que ele espera ela pegar chifres ela em urze. Eu está com machucado em perna, onde outros homens-que-ficam lança pedra em eu, e não está com um querer mais de isso. Vejo eu posso andar passando por colina com feitura em cima, ir para outro lado de cabanas de ponta-alta, de esse jeito ir para ponte-de-rio em que eu posso viajar. Fica eu em pé, agora descendo colina, entre muitos tocos. Eles é todos pontudos em alto, que vale ele é como boca, e tocos como dentes de ela. Eu não está com um querer dentro de eu para todo esse aberto, onde elas árvores é colocada em machado. Não tem nada bom em isso. Vou eu agora baixo de colina pequena, que perto de colina fica mais grande, eu é escuto barulho baixo de boi-de-pêlo agora, de longe em cima ele lá. Colina é em direção de sol-desce onde eu vejo, por isso anda eu um outro caminho, que vai para sol-levanta. Terra é fica mais macia agora em baixo de vale, quando mais baixo vou eu, mais macia ela fica ainda, que eu posso dar um passo ao joelho de eu, e andar é devagar. Eles tocos de árvores é agora não muitos como em alto de colina, está com podre em eles, todo preto, marcado de grama-de-pêlo e cheio de água-de-muco, onde tem muitos bichinhos-de-ferrão.

Bem atrás de eu está boi-de-pêlo fazendo dizer baixo para companheiro. Puxo pé para fora de buraco-que-suga de molhado e terra, sigo eu andando. Não posso ver ponte-de-rio, como eu é vejo de alto, porque ela é vem por trás de árvores ficam todas em um grosso em frente de eu, mas encontro eu caminho para onde eu junto que ela fica, de outro através de rio. Devagar, por grama-de-canudo e por terra-que-suga. Barriga de eu dói. Ela está que vazio é esquisito com eu, eu estou todo com medo só que cabeça de eu sai boiando, como com feras-de-céu. Terra suga pé de eu. Terra velha, ela junta que eu não está colocando pé de mãe em ela, quer o que é de ela, porque tem um pé que ainda é de ela, e pega ela pé de eu para fazer bom para ele. Esse juntamento coloca eu todo em medo, que puxa perna eu para cima alto como elas aves-que-andam, corre eu rápido como posso para árvores, que ficam em terra mais seca. Perto de árvores agora. Posso eu andar e não sugar para baixo de terra, mas força para andar não está mais em eu. Elas árvores ficam em um pouco grosso, não junto eu nada, só ir para ponte. Dou passo eu baixo de árvores, encosto com mão em elas para ficar em pé, caio mais tempos quando eu é ando. Perna de eu é dói com doença-de-fogo. Cai eu.

Levanta. Cai. Levanto, agora está eu através de grosso de árvores, de outro lado de eles e com cuidado. Eu junto que eu é fica mais bomagora, está com mais força em eu. Caio. Não eu posso levantar. Costas em grama estou eu, cabeça encostada em raiz de árvore. Alto em cima de eu está nada, só muito galho de árvore, onde de todas as peles é cai. Olho para baixo, de outro lado de barriga pernas e pés de eu, vejo eu para fora de árvores em direção de rio, onde é alto barulho de águas. Nem uma ponte vejo eu. Não está onde eu junto. Pode é ser que eu não encontro caminho para ponte através de grosso de árvores. Agora bichinho-de-cocô voam por caroço-desangue em joelho de eu, que é fica preto, ficam eles bichinhos-de-cocô em perna de eu, onde eu não está com força para bater e tirar eles. Olho em direção de rio, onde está mais bom para olhar que perna de eu. Entre rio e aqui grosso de árvores, vejo eu uma subida de terra, com grama-de-canudo por todo lado.

Em subida de terra… Em subida está de pé uma coisa toda branca, mais alta que um homem e outro, onde em alto é cabelo voando em vento, todo preto e comprido. É uma mulher, toda de branco, porém ela faz medo de grande, como não é em este mundo. Fecho olhos, para ela não poder ver eu. Agora abre olhos, mas pouco, eu vejo que ela não é mexe. Mais abre olho, porque é esquisito olhar para isso, vejo que ela tem mudança. Ela não é mulher agora. Cabana. Ela é cabana, toda cheia de pele de boi-de-pêlo e por isso ela é branca. Ponta alta é ela, de onde é pendura um comprido de peles, todas pretas que voam em vento. Eu não junto se tempessoas em dentro de cabana, nem como cabana de eles fica aqui toda sozinha, longe de outro raçaque-fica e a grande feitura de elas em cima de colina. Olho eu agora muito para cabana, porque eu não está com outra coisa para olhar. Todo redor de eu, bichinho-de-cocô faz pequeno barulho de eles, que agora fica mais alto ainda. Olho eu, não posso ver nem uma coisa, só cinza, com forma branca onde cabana é fica, agora branco é fica cinza, cinza fica preto, preto ele não é fica nada. Barulho. Saliva de eu está com lambida esquisita em ele.

Barulho agora de pessoas, com um dizer a outro. Grande e velho é um, por barulho de ele, e outro pequeno. O pequeno é diz agora sim, diz de coisa que eu não posso ouvir, diz de água. Tem só um pouco de brilho através de peles-de-olho de eu, e isso é bom. Flores, cheiro eu muitas flores, como que não é tempo-de-vazio agora, e sim tempo-de-flor. Para o alto abre olhos, vê eu cabana. Uma pele de boi-de-pêlo que faz de cabana está agora levantada, para fora vem um inclinado, cabelo comprido e brilho com cinto de pêlo e coberto compeles até o joelho. É uma menina, parecer, e não mais grande que eu. Cheiro eu, para cheirar fêmea de ela, e cheiro eu nada, só flores. Flores não vejo eu, mas vejo eu menina. Não junto se ela é uma flor que parece como menina, nem menina que cheira como flor. Entre mãos de ela segura ela uma forma pequena, toda cinza. Anda ela para longe de cabana, longe de eu, para baixo longe de subida de terra e em direção de rio. Anda ela entre grama-decanudo, mas não é sugada para baixo, como ela anda em caminho onde terra é seca. Agora caminhos longe está ela, que eu não posso ver ela em cima de grama, cheiro de flor é fica mais pequeno agora.

Agora está coisa mexendo perto de cabana, para onde eu olho de volta. Pele branca levanta, para fora inclinado agora um que é grande, com nada, só cinto e abrigo de pêlo-de-festa que cobre vontade. É um homem. É um homem que assusta. Ele fica parado, para olhar por aqui, mas não olha ele para eu. Ele é homem mais velho que eu é vejo, cabelo comprido de ele branco, com cabelo-de-queixo de esse jeito, e, oh, cara de ele. Cara de ele é marca com fogo-preto, onde nada só olhos de ele é brancos. Pequeno cinto está por cabeça de ele, alto de onde sai paus com muita ponta em eles, que parece ele como boi de chifre-de-galho. Dentro de mãos de ele está uma com flores e a outra mão com paus. Agora olha ele mais em volta, faz um pum, fica ele em baixo em frente de ele cabana de pele branca. Não eu posso ver o que ele está faz, ele faz uma rapidez de mãos de ele, e mais vezes de esse jeito. Fumaça, cheiro eu fumaça. Ele é faz fogo, agora coloca mais paus para ele, para fazer mais grande. Pega ele pequenas pedras que coloca por ali, coloca elas uma sobre outra, perto de fogo, fazer de guarda-fogo. Em trás de cabana fica ele, agora pega uma coisa de madeira e pedra, não mais comprida que mão de eu, toda chata e pontuda.

Esse machado-de-mão é ele coloca em outra pedra ali, onde arranha ele para frente e para trás, como para fazer mais pontudo. Agora deito eu, escuto nem um barulho de isso, sol é fica mais baixo em céu. Em cheiro de fumaça agora vem mais cheiro de flor, levanto eu cabeça para olhar para rio. Menina é volta aqui com grama-de-canudo levantando em baixo de pé ela e peles enroladas movemtodas por joelhos ela. Entre mãos ela está ainda uma forma pequena, toda cinza, quando ela anda vejo eu onde sai um pouco molhado, cai lá em braço ela. Junto eu que é ela trás uma feitura como o pequeno vale, que um rio ela faz cheio de água. Devagar sobe ela agora até subida de terra, onde homem de cabeça-de-paus é pega água ela para colocar em cima de guarda-fogo. Menina fica perto de fogo agora em joelhos ela, não mexe. Sol vem mais baixo, quando brilho sai de céu é brilho de fogo vem mais, forma-de-espírito preta de menina é comprida em cabana atrás de ela. Mais comprida ainda forma-de-espírito de homem de cabeça-de-paus, toda preta com paus escuros mexendo como muitas minhocas em cabeça. Ele pega flores e joga elas dentro de água, emcima de fogo, onde de cinza fumaça-de-água é sobe. Em brilho de fogo é vejo eu agora um muro baixo, feito de terra, que fica atrás de cabana. Eu não é tempos-de-trás olhar para isso. Pode é ser para guardar de feras, como o mais-grande em cima de colina, mas é eu vejo só pouco de ele, não junto. Fogo sobe alto.

Formas-de-espírito pretas balançam para frente e para trás através de pele de boi-de-pêlo.

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